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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Belo Horizonte completa 80 dias sem chuva

Outras regiões do páis, como o DF, sofrem com a estiagem - Foto Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom
BELO HORIZONTE - A capital dos mineiros completa nesta segunda-feira 80 dias de tempo seco. Segundo a meteorologista Aline Tochio, da Climatempo, a última precipitação registrada em Belo Horizonte data de 10 de junho; 14 milímetros. Nos últimos quatro meses, dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que a chuva em BH foi de apenas 20 mm.


De acordo com a meteorologista, não há previsão de uma gota d'água sequer vinda das nuvens sobre a capital mineira nos próximos 15 dias.
- Na quinta-feira, a umidade até aumenta na região. Mas, pelo menos na próxima quinzena, não há expectativa de chuva - salienta.
O tempo seco nesta época do ano não se restringe a Belo Horizonte. Capitais como Brasília e Palmas também sofrem com a falta de chuva. A primeira não tem uma precipitação considerável desde 21 de maio (14 mm). Nos dias 10 e 11 de junho, somados, houve apenas 5 mm de chuva, segundo Aline.
- Na última quinzena tivemos umidade abaixo de 30% durante cinco dias em Brasília, o que caracteriza estado de atenção. No dia 15 de agosto, o índice chegou a 12%, o extremo do estado de alerta para o de emergência - salienta a meteorologista, que completa:
- A capital federal não tem chuva de verdade desde o final de maio. Pelo menos nesta próxima quinzena não há expectativa de chuva em Brasília.
Em Palmas, a umidade relativa do ar durante a tarde ficou abaixo dos 28% nos últimos 15 dias. O índice mais baixo durante o período foi de
17% (estado de alerta), no último dia 18. Com relação à chuva, a última precipitação foi de pouco mais de 2 mm no dia 10 de julho na capital do Tocantins. Antes disso, o mês de junho não teve registro. Em maio choveu 7 mm no dia 4 e 4mm somados os dias 18 e 21, segundo Aline Tochio.
Em outras regiões do país - noroeste de Minas Gerais, oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, algumas áreas de Tocantins, Nordeste e Oeste de Mato Grosso e centro-norte de Goiás - não chove há pelo menos 4 meses.
- Em Barreiras, no oeste da Bahia, não choveu metade do normal para o mês. Desde então, a chuva é nula - acrescenta a meteorologista.
De acordo com Aline, o tempo seco nessas regiões do Brasil é comum nesta época - chove muito pouco de maio a setembro. A baixa umidade, a pouca chuva e o tempo quente também atingem outras regiões, como o Triângulo Mineiro, o norte e oeste de São Paulo, o oeste sul-mato-grossense e o sul do Mato Grosso.
- Não há nada de anormal. O que acontece é que as frentes frias e instabilidades perdem força até chegar a essa região e predomina o ar seco. Não há expectativa de chuva para os próximos 15 dias. Deve voltar a chover no final de setembro e começo de outubro, apenas - conclui.
Na capital paulista, o índice de umidade relativa do ar chegou a 27% às 13h10m desta segunda-feira. Por causa disso, a Defesa Civil Municipal decretou estado de atenção na cidade. Hoje São Paulo teve a tarde mais quente dos últimos sete meses. Os termômetros no Mirante de Santana, na Zona Norte, chegaram a 32,1 ºC, um grau abaixo do registrado no dia 6 de fevereiro, na mesma estação meteorológica.


sábado, 27 de agosto de 2011

Cruzeiro e Atlético entram em campo neste domingo sob a sombra dos seus presidentes, que já foram ídolos e começam a ser questionados


perrella
Com o time do Cruzeiro rateando e, fora de campo, na mira da Justiça, Zezé não tentará se eleger


Atlético e Cruzeiro se enfrentam neste domingo (28), às 18 horas, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela última rodada do turno do Campeonato Brasileiro, em um clássico que não condiz com a tradição das duas equipes, acostumadas a brigar na ponta da tabela e, assim, deixar a rivalidade à flor da pele. E os dirigentes das duas equipes têm boa parte da responsabilidade disso.

Enquanto o Atlético amarga a zona de rebaixamento (17º), com apenas 15 pontos, e acumula 11 derrotas na competição, o Cruzeiro, considerado um dos favoritos ao título no início da campeonato, ocupa apenas a zona intermediária, com 24 pontos, sem esboçar qualquer reação ou ambição.

E o momento dos maiorias rivais se assemelham justamente em uma época que Alexandre Kalil, presidente do Atlético, que ontem confirmou ser candidato à reeleição no final do ano, e, Zezé Perrella, mandatário do Cruzeiro que já confirmou que vai deixar o clube na mesma época, vivem momentos de desencanto com suas torcidas.

Cartolas falastrões, ambos chegaram a ser ídolos de atleticanos e cruzeirenses, mas hoje são apontados como os responsáveis pelos momentos ruins dos dois clubes.

Perrella, apesar de senador, é alvo de várias denúncias do Ministério Público Estadual e da Polícia Federal. Acusado de enriquecimento ilícito, o presidente cruzeirense adquiriu uma fazenda avaliada em R$ 60 milhões, em Morada Nova de Minas, na Região Central mineira. Lá, a atividade agrícola, que visa até mesmo à exportação, é extensa, com criação de bovinos e suínos, além de plantação de grãos. Ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Perrella informou ter R$ 490 mil em bens.

Mas seus últimos anos no Cruzeiro têm sido marcados pela falta de títulos importantes. Desde a Tríplice Coroa, em 2003, há oito anos, que o clube celeste não tem uma conquista expressiva de nível nacional ou internacional.

Já Kalil, que voltou ao Galo nos braços do povo, no fim de 2008, perdeu o crédito depois de várias trapalhadas. A última delas parece pode ter acontecido ontem, com a dispensa de jogadores às vésperas de um clássico decisivo.

kalil
Kalil pediu que, apesar da situação complicada, que a torcid abrace o Galo (Foto: Carlos Roberto)

Em 2009, Kalil viu sua equipe ser goleada pelo Cruzeiro por 5 a 0, na primeira partida da final do Campeonato Mineiro. No Brasileiro, viu o time liderar em grande parte do torneio, mas derrapou no final de forma vexatória e sequer conseguiu a classificação para a Libertadores, tomada, inclusive, pelo Cruzeiro, que disputou em grande parte da competição com os reservas devido a Libertadores.

No segundo ano de seu mandato, em 2010, a volta para a Segunda Divisão ficou mais próxima. Com um time caro e comandado por Vanderlei Luxemburgo, o Atlético passou 24 rodadas na zona de rebaixamento e apenas após a chegada de Dorival Júnior conseguiu se safar da nova queda para a Série B.

Nessa temporada, o clube caminha na mesma rota, à beira do abismo. Com o time recheado de “estrelas”, a equipe acumula fracassos no Mineiro, Copa do Brasil e Sul-Americana. No Brasilero, briga contra a zona de rebaixamento. Apesar disso, ele garante: “É muito bom ser presidente do Atlético. Antes, ninguém queria. Agora, o cara vai sentar lá na cadeira e pegar um clube organizado. Kalil ainda reforçou o pedido de apoio da torcida nessa reta final de Brasileirão.

“Essa mesma torcida que está p..., como eu também estou, é a mesma que pediu o Luxemburgo, Réver, André, Guilherme. Tudo o que foi tentado até agora foi pensando no melhor. O Atlético não vai caminhar para o abismo. Vamos fazer diferente a partir de agora. Eu peço à torcida que abrace o time”, concluiu Kalil.

Sedes da Copa se reúnem em BH por padronização em tráfego e transporte

Acho que houve algum engano. A obra no início gera um desespero. Mas, depois que prepara os alicerces, a coisa vai fluindo e pega velocidade de .... Foto: Ricardo Matsukawa/Terra Presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa de 2014, Ricardo Teixeira deixou o evento sem se pronunciar


Na manhã desta quinta-feira teve início em Belo Horizonte o Seminário Técnico de Tráfego e Transportes, promovido pelo Comitê Organizador Local (COL). O debate prosseguirá nesta sexta-feira e terá uma visita às obras do Mineirão na parte da manhã. A principal proposta é a padronização na qualidade da prestação de serviços de tráfego e transporte em dias de jogos da Copa do Mundo de 2014.
A cerimônia de abertura teve a presença de Fúlvio Danilas, diretor do escritório da Fifa no Brasil, Sérgio Barroso, secretário extraordinário da Copa do Mundo em Minas Gerais, Márcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, e Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador Local (COL) da Copa de 2014, que ficou por apenas uma hora no local e saiu sem conceder entrevistas.
No encontro, as 12 cidades-sede terão a oportunidade de mostrar as obras que estão sendo realizadas no que diz respeito à mobilidade urbana e com isso, trocar ideias para que seja estipulada uma linha de conduta que valerá para todos os palcos das partidas. Desta forma, a população e os turistas não terão dificuldades de locomoção e localização em qualquer local em que forem disputados jogos.
A capital mineira já definiu que terá como principal obra de mobilidade urbana o Bus Rapid Transit (BRT), que é um modelo de transporte coletivo no qual veículos articulados trafegam em um espaço específico. Para o prefeito Márcio Lacerda, esse será um dos grandes legados para a cidade deixados pela Copa do Mundo e atenderá uma grande parte da população.
"O principal legado para a cidade são os investimentos que estão sendo feitos no transporte público, entre eles o BRT. É difícil a pessoa imaginar, mas ele é quase um metrô de superfície, com capacidade para atender quase 50 mil passageiros por hora, pelo menos no eixo da Antônio Carlos e será um grande ganho", disse Márcio Lacerda.
Belo Horizonte não terá o metrô para o Mundial, pois o Governo Federal não o inclui nas obras para 2014. Porém, no próximo mês deverá ser anunciada uma novidade em relação ao grande sonho da população local.
"Os projetos do metrô estão indo para frente. O governo federal resolveu não vincular o metrô a obras da Copa do Mundo e há uma expectativa muito positiva para o próximo mês de um anúncio para o metrô, já que as conversas estão bem adiantadas", disse o presidente Comitê Executivo Organizador da Copa de 2014 de Belo Horizonte, Tiago Lacerda.
Com relação às outras 11 sedes, ainda não existe uma definição sobre quais serão os meios de transporte coletivos a serem adotados. Algumas seguirão os passos da capital mineira adotando o BRT, outras utilizarão sistema Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) - espécie de metrô mais leve em superfície - e ainda existem aquelas que farão opção pela obra mais barata, criando apenas corredores para o tráfego de ônibus.
"Essa reunião será momento importante para cada cidade saber o que está sendo planejado. O objetivo é pegar os bons projetos e nivelar. Essa logística de trabalho deverá ter o mesmo conceito. A maioria das cidades está optando pelo BRT, outras pelo VLT, algumas apenas pelo corredor exclusivo para ônibus e isso varia bastante de cidade para cidade", comentou Tiago Lacerda.

sábado, 20 de agosto de 2011

Botafogo vence mais uma sobre o Atlético/MG no Engenhão

Seja pela Sul-Americana, pela Copa do Brasil, ou pelo Campeonato Brasileiro, o Atlético/MG tem um retrospecto desfavorável contra o Botafogo. Após perder em casa para os cariocas, pela Sul-Americana, o clube mineiro foi derrotado mais uma para o alvinegro, desta vez, pelo Brasileirão.


O jogo

Jogando fora de casa, o Atlético/MG foi quem começou assustando. Guilherme rolou para Magno Alves, que não pegou muito bem na bola, porém, ela sobrou para Bernard, que bateu no cantinho, para a bela defesa do goleiro convocado para a seleção Jefferson. O lance foi um dos poucos lances de perigo dos visitantes.

A resposta veio dois minutos depois. Elkeson invadiu a área e chutou forte, em cima do goleiro Renan Ribeiro. O técnico do Botafogo, Caio Júnior, se irritou, pois queria que o jogador tirasse o goleiro adversário da jogada. Logo depois, outra chance para os donos da casa. Lucas cruzou e por pouco Maicosuel não chegou na bola.

Superior, o alvinegro carioca abriu o placar. Cortês fez jogada pelo meio e tocou para Lucas, que seguiu pela direita e cruzou para Elkeson abrir o placar. Dois minutos depois, Maicosuel achou Alex, que quase marcou o segundo.

O Botafogo tinha total domínio da partida, e fez mais um. Felipe Menezes tabelou com Antônio Carlos e soltou uma bomba de canhota, no cantinho do gol adversário.

O segundo tempo veio, e mesmo com as substituições, a partida continuou a mesma. O Botafogo atacando, e o Atlético se segurando para não tomar o terceiro. Porém, não conseguiu. Já no início da segunda etapa, Elkeson experimentou de fora da área e quase acertou. Um minuto depois, Felipe Menezes fez seu segundo, e o terceiro do Botafogo. Maicosuel cruzou, Alex escorou, e o camisa 10 marcou outro.

Após o gol, o Botafogo continuou pressionando, e em menos de um minuto, assustou duas vezes. Alex ajeitou para Marcelo Mattos, que pegou de primeira e quase fez. Logo depois, Alex é lançado na área e quase fez o quarto.

Assim como no primeiro tempo, o segundo também foi dominado, os 45 minutos, pelos donos da casa. Porém, na segunda etapa, os visitantes conseguiram marcar um gol. No último minuto da partida, André pegou de primeiro, e descontou.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 3 x 1 ATLÉTICO/MG

Competição: Campeonato Brasileiro (18ª Rodada)

Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF) , auxiliado por: Marrubson Melo Freitas (DF) e Carlos Emanuel Manzolillo (DF)

Data/Hora: 20/08/2011, às 18h

Gols: Elkeson, 16'/1ºT (1-0); Felipe Menezes, 36ƇºT (2-0); Felipe Menezes, 10'/2ºT (3-0); André, 48'/2ºT (3-1)

Botafogo: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Felipe Menezes (Cidinho), Maicosuel (Alexandre Oliveira) e Elkeson (Thiago Galhard); Alex. Técnico: Caio Junior.

Atlético/MG: Renan Ribeiro, Serginho, Leonardo Silva, Lima e Richarlyson (Triguinho); Pierre, Dudu Cearense, Bernard e Mancini (André); Magno Alves (Daniel Carvalho) e Guilherme. Técnico: Cuca.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Deborah Secco apresenta peça em BH

O armador do Cruzeiro, Roger, ficou incumbido de arrumar ingressos para vários jogadores do elenco, interessados em verem a mulher dele em cena, ao vivo. É que Deborah Secco vem a Belo Horizonte apresentar a peça “Mais uma vez amor”, em que ela divide o palco com Erom Cordeiro. Quem ouvimos, garante: “será programa de família”.

O detalhe é que os amigos mais próximos ao casal afirmam que Roger poderá até arrumar os ingressos, mas não vai assistir à peça, porque não gosta de ver a mulher em cenas de amor, o que é o caso do espetáculo por boa parte do tempo. “Mais uma vez amor” será exibido em três sessões no Sesiminas, dias 26, 27 e 28 de agosto.

O “cara”

Cláudio

O humorista Cláudio Torres Gonzaga é o grande destaque do grupo Comédia em Pé, do qual ele é fundador. Arrancou gargalhadas da plateia no último final de semana, quando esteve em Belo Horizonte. Em um dos momentos mais hilários, disse que está preocupado com a Sandy no exterior: “o que devem estar pensando dela lá fora?”.

Novos ares
Depois de entregar a Presidência da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis Seção Minas Gerais (ABIH/MG) e sair da administração do hotel pertencente à sua família, Silvânia Capanema está focada no lançamento de uma agência de viagens virtual. “Estou investindo muito. Será uma novidade no mercado”, garante a empresária.

Artes e ofícios
As capas da edição 2011/2012 das listas telefônicas que circularão em Belo Horizonte serão ilustradas com obras do Museu de Artes e Ofícios, espaço cultural no complexo da Praça da Estação que abriga um rico acervo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios de Minas Gerais. Hoje, pela manhã, haverá um lançamento para convidados.

Festival de Corais
Entre 16 e 25 de setembro, o Festival Internacional de Corais reunirá em BH mais de 5 mil cantores, de 140 corais nacionais e internacionais, além de artistas e grupos renomados, como Marcus Viana e o 14 Bis. Esta é a 9ª edição do evento, que este ano homenageia os ícones Gonzaguinha e Gonzagão. Todas as apresentações são gratuitas.

Paris em São Paulo
França do século XIX: é lá que os convidados da Promenade Chandon se sentirão durante a festa, que movimenta o quadrilátero mais sofisticado de São Paulo, no próximo domingo. Cultura, arte, moda, entretenimento e gastronomia reunidas, em torno deste suntuoso tema, os luxuosos bailes parisienses do período. A coluna estará lá e trará detalhes.